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NOVOS HORIZONTES PARA A FRUTICULTURA BRASILEIRA

NOVOS HORIZONTES PARA A FRUTICULTURA BRASILEIRA

O quão inseridos estamos no mercado global de comercialização de frutas? Hoje, o Brasil é o terceiro maior produtor mundial, com destaque para culturas como laranja, uva, banana, cacau, manga, melancia e mamão. A região Sudeste lidera o volume de vendas, seguida pela região Nordeste. E quanto ao Sul? Quais os desafios enfrentados por nossa fruticultura quando comparada aos movimentos globais de exportação e à composição da renda familiar? Na Serra Gaúcha, a base produtiva é a agricultura familiar. Desde sua colonização, os agricultores sempre buscaram formas sustentáveis de garantir renda — seja por meio da venda local ou, com o passar dos anos, por meio do turismo, que valorizou ainda mais a região e suas histórias multiculturais. O turismo rural, aliás, é uma forma criativa e diferenciada de atrair renda para o Rio Grande do Sul, especialmente com experiências autênticas que mostram o dia a dia das propriedades. Essa conexão com o visitante vai além da produção: é identidade, é vivência. No entanto, precisamos também estar atentos às grandes tendências globais. Isso exige que adotemos práticas sustentáveis em nossas propriedades, com foco em:


    • Técnicas de cultivo preocupadas com as próximas gerações;
    • Priorização de insumos biológicos e tecnologias de zero carência;
    • Uso da inteligência artificial na gestão;
    • Descarbonização da produção;
    • Garantia de segurança alimentar aos consumidores;
    • Automação como resposta à escassez de mão de obra.


Diante de tudo isso, fica a reflexão: as oportunidades estão aí. Cabe a nós nos adaptarmos o mais rápido possível para aproveitá-las plenamente. E, acima de tudo, deixar de lado a velha frase: ‘Sempre fiz assim e sempre deu certo’.

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